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 Paula Marques 

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24 . 08 . 2012

A coordenadora da equipe de estilo da Alcaçuz conta seus planos pro futuro, processo criativo, início de carreira e dia-a-dia em família. Sua casa é toda em tons claros e nos detalhes podemos perceber memórias afetivas nos objetos. Seu trabalho está sempre presente tanto nos livros como no manequim de moulage que enfeita a sala.

O que sua casa representa pra você?
Meu reflexo, meu equilíbrio e meu ponto de referencia.

Gosta de receber pessoas?
Adoro.

Se fosse fazer um jantar pequeno, que tipo de comida gostaria de servir ?
Como gostamos de cozinhar, os encontros acabam girando em torno do fogão! Minhas receitas favoritas costumam ser fáceis de fazer… De entrada,  polenta ao cogumelo fresco e tartufo. Depois, nada pode ser mais gostoso que um peixe no forno com ervas e pupunha.

Quanto você passa de tempo na sua casa?
Almoço todos os dias em casa, com minha filha, o que é uma delícia! Às quartas feiras à tarde, costumo ficar  em casa. É quando aproveito para fazer pesquisa e resolver coisas pessoais. Nos outros dias, chego por volta das 19h, jantamos em família umas três vezes por semana. Acabo saindo à noite umas duas vezes por semana.

Nos finais de semana, gosta de ficar em casa ou sair e viajar?
Tenho uma casa na montanha de São Francisco Xavier e costumo ir pra lá em todos os finais de semana. Se estou  em São Paulo, acabo ficando mais em casa. Procuro fazer alguma coisa com minha filha e aproveito o domingo pra fazer um programa que adoro, que é ir à Feira do Bixiga.

Em que lugares gosta de ir em São Paulo?
Adoro cinema! Meus preferidos são o Lumiére e o Reserva Cultural. Fico sempre atenta à programação. Para jantar, meus favoritos são: Adega Santiago, Taberna 474, o Épice e o Due Cuochi, do Cidade Jardim, onde meu irmão é chef de cozinha e prepara surpresas deliciosas! Gosto muito do Instituto Tomie Ohtake e da Pinacoteca. E não podia esquecer do Parque do Ibirapuera!

Como aconteceu sua trajetória profissional?
Comecei na Huis Clos, em 1994, como assistente da Clô Orozco, com quem aprendi quase tudo e por quem tenho a maior admiração. Sai no final de 2001, estava grávida e queria me dedicar a este momento. A Manu nasceu em fevereiro de 2002 e em 2003 eu estava com marca própria, trabalhando também no estilo da Tactile, em Novo Hamburgo. Passei também pelo estilo da Maria Garcia. Desde  2004, estou na Alcaçuz. A princípio era só para desenhar a linha Atelier, que são os vestidos de festa. Meu trabalho foi crescendo e hoje coordeno o estilo da marca.

E o projeto da sua marca de acessórios?
É um desejo antigo! Tem a ver com as referências que mais gosto, como o art déco e o Bauhaus.

Como acontece suas inspirações para criar?
O tempo todo, um livro novo, um filme, uma cor, uma forma… E a internet que é uma janela aberta para o mundo: uma busca leva a outra, e a outra…

O que te emociona para criar?
O processo criativo é emocionante:  imaginar uma coisa e vê-la pronta depois.

Qual é pra você, a parte mais interessante da criação de uma coleção?
Adoro todas as etapas! Mas apresentar uma coleção que reflete tudo o que você desejou é incrível!

Qual o roteiro de viagem ideal? Está planejando alguma viagem agora?
Vou para NY no final do mês para pesquisa de coleção. Normalmente, prefiro Paris, mas acho que para este momento da moda, a dinâmica combina mais com NY. Adoro viajar! Portugal, Itália, Espanha!!! Não consigo escolher um só! E se hoje pudesse escolher um destino, seria a Turquia.

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